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Retomada de atividades é desafio para o esporte no mundo

Volta das competições não será uma equação fácil

22/04/2020 11:11:03

A Covid-19 afetou atividades do mundo inteiro. Com o esporte não foi diferente. Desde março, competições de todo o planeta estão paralisadas ou até já definitivamente adiadas, como as Olimpíadas 2020 de Tóquio – reprogramadas para 2021.

Nenhum segmento escapou. Poucos foram os países – dá para contar nos dedos – que não interromperam campeonatos. O coronavírus se configurou num adversário inesperado que parou praticamente tudo.

O desafio, neste momento, é pensar sobre como as atividades serão retomadas na medida em que a pandemia for arrefecendo. Jogos sem público e impossibilidade de delegações viajarem de um país para outro, devido ao fechamento de fronteiras, são fatores que dificultam e retardam qualquer planejamento num momento ainda de incertezas.

Ainda não há como estimar os prejuízos para atletas e instituições, mas ninguém duvida: são extremamente significativos, como atesta o site de apostas Betway Esportes. As receitas estão seriamente comprometidas, independentemente da modalidade esportiva.

Voltar à normalidade é ainda, neste momento, uma vastidão de indagações. Sobretudo porque cada dia que passa é um a menos no ano para cumprir um calendário repleto de competições simultâneas, especialmente no futebol.

Por enquanto, as federações relutam em cancelar seus campeonatos, como a Premiere League, ainda que cogite a retomada dos jogos sem a participação do público nas arquibancadas para evitar a disseminação do novo coronavírus.

A solução divide desportistas. Recentemente, o técnico Pepe Guardiola deixou claro seu posicionamento a respeito – contrário à solução.  “A razão para você ser jornalista é escrever para as pessoas. Eu jogo, nós jogamos para as pessoas. Se as pessoas não podem estar lá, qual o sentido? Não tem sentido”, disse o treinador numa entrevista em março passado.

Negociações de contratos com patrocinadores, direitos de televisão, salários e outras questões financeiras surgiram à frente das instituições de forma inesperada. Ninguém estava minimamente preparado para lidar com um cenário tão devastador e que exigirá, ainda, muita negociação não só neste, mas também nos próximos anos. Esse é uma avaliação geral.

Os atletas, por sua vez, responderam positivamente às medidas recomendadas por autoridades de saúde. Deram uma demonstração inequívoca de valorização da vida. São milhares de mensagens do mundo esportivo recomendando às pessoas seguirem as recomendações técnicas parta se precaver. Esporte, afinal, é saúde.

Mas os desafios se impõem. Definir o futuro o futuro não será uma equação fácil. Invisível e, mais do que isso, imprevisível, o coronavírus expõe o mundo do esporte a um de seus maiores desafios da história, senão o maior.

Mas que haja otimismo. Não é a primeira vez que o mundo esportivo se vê diante de um acontecimento trágico que afeta sua rotina de forma dura.

Após outros, como a 2ª Guerra Mundial, o esporte reencontrou o seu caminho. A torcida é para que, mais uma vez, as soluções sejam encontradas o mais breve possível. E que sejam as menos dolorosas para as instituições, para os atletas e o respeitável público.

 

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