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Cidades

Defesa Civil de VR manterá plantões 24h mesmo após fim do verão

27/02/2021 10:55:03

A Defesa Civil de Volta Redonda manterá pelo restante do ano os plantões de 24 horas para atendimento das emergências à população. O regime de trabalho seguirá mesmo após o encerramento do “estado de alerta”, que começou em novembro e vai até dia 31 de março. 

Segundo o coordenador do órgão, , Rubens Siqueira, até agora foram contabilizadas 330 ocorrências gerais, sendo 110 delas registradas a partir de janeiro deste ano. O restante se trata de demanda acumulada. “Todas as ocorrências que foram abertas este ano, desde 1º de janeiro, foram atendidas e resolvidas. Nenhuma ficou em aberto”, garantiu. 

O estado de alerta ocorre anualmente, através de um decreto municipal, que coloca todas as secretarias à disposição da Defesa Civil para executar o Plano de Contingência. Com isso, a cidade fica mais preparada para o período de chuvas mais intensas no verão. 

Após o encerramento do estado de alerta, a Defesa Civil vai priorizar e planejar as atividades que visam antecipar, prevenir e fiscalizar situações que apresentem riscos e áreas consideradas vulneráveis. 

“O importante é preparar todo o procedimento padrão depois do período chuvoso, fazendo todo o mapeamento do município, identificando as partes de vulnerabilidade que surgem e aquelas que são monitoradas. A Defesa Civil irá propor ações de conscientização para que não ocorram atos inseguros como escavações irregulares, construções irregulares em áreas do município ou nas margens de rios e córregos. O objetivo é a prevenção contra deslizamentos, desabamentos, orientar a população”, afirmou Rubens, informando que pretende desenvolver um ciclo de palestras junto à sociedade, incluindo associações de moradores, escolas, entidades representativas, além de  incentivar o uso de máscara, álcool gel, distanciamento social visando à saúde e segurança individual de todos. 

RECUPERAÇÃO DA SEDE – A sede da Defesa Civil, que fica na Ilha São João, recebeu melhorias, já que tanto a estrutura física quanto veículos foram encontrados em situação precária, segundo o coordenador do órgão. “Nós recebemos de volta uma sede prejudicada, com vazamentos e infiltrações, portas quebradas, muito suja, com lâmpadas queimadas e parte elétrica comprometida pela infiltração. As viaturas, todas, estavam precisando de manutenção urgente, com moto e embarcações paradas”, apontou Rubens, justificando: “As embarcações são muito importantes para a fiscalização da calha das margens do Rio Paraíba do Sul e apoio às pessoas nas áreas ribeirinhas”.

Ainda de acordo com o coordenador da Defesa Civil, na área externa da unidade, perto da cozinha, um trecho da calçada teve que ser isolado porque ameaçava desabar. A Secretaria de Infraestrutura terá que derrubar e reconstruir o piso e a proteção. Já uma tubulação do esgoto estava jorrando a céu aberto, contaminando o local e foi consertada. O auditório, que poderia ser usado para cursos e palestras, estava trancado e em péssimas condições, utilizado como depósito de material doado – por exemplo, colchonetes que estavam estragando e que foram entregues à Secretaria de Ação Comunitária (Smac). (Foto: Divulgação)

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