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Esporte

Voltaço perde e já vê fantasma do rebaixamento

16/06/2018 20:02:25

O mascote do Voltaço é a jaguatirica. O do Operário de Ponta Grossa (PR), um fantasma. Pode-se dizer, sem medo de errar, que após a derrota de 1 a 0 em pleno Raulino de Oliveira, pela 10ª rodada da Série C do Campeonato Brasileiro, o Voltaço começou a enxergar um fantasma bem pior do que o time paranaense: o rebaixamento para a Série D.

A derrota, a segunda seguida dentro de casa, deixa o Tricolor de Aço na zona de rebaixamento, com 10 pontos, na penúltima posição do grupo B, apenas à frente do Joinville, que tem sete e foi derrotado também neste sábadso, fora de casa, pelo Ypiranga. O próximo jogo do Volta Redonda será no sábado, contra o Cuiabá, na Arena Pantanal, às 18 horas. O Operário receberá o Ypiranga, no domingo, também às 18 horas.

Melhor em campo

Determinado a se recuperar dos maus resultados dos últimos jogos, o Voltaço tomou a iniciativa do jogo e foi melhor que o adverdário no primeiro tempo. E logo aos 5 minutos obrigou o goleiro Simão a fazer uma boa defesa, num chute forte de Romarinho. Nove minutos depois, foi a vez de Dija Baiano arriscar, com a bola passando rente à trave do goleiro do time paranaense.

Apesar do início insinuante, o Tricolor de Aço aos poucos foi diminuindo o ritmo e deu mais espaço ao adversário. Mesmo assim, o Operário só chegou com algum perigo aos 31, numa falta cobrada por Xuxa. Na levantada na área, houve o desvio da zaga, mas Alisson por pouco não chegou a tempo de concluir e abrir o placar para os visitantes.

A melhor chance para o time dirigido por Moacir Júnior viria seis minutos depois. Diego Maia, pela direita, chutou forte, a bola desviou num zagueiro e obrigou Simão a rebater. Dija Baiano pegou o rebote, mas a agilidade do goleiro do Operário impediu que ele concluísse com força, evitando o gol.

Desastre total

Veio o segundo tempo e a noite fria na cidade do aço se tornou gelada para o Tricolor. Logo aos 4 minutos, o time paranaense abriu o marcador numa cobrança de pênalti. Quem bateu foi Robinho. Douglas até fez a defesa, mas, no rebote, o meia mandou para o fundo da rede. 1 a 0.

O gol desconcertou de tal forma o time da casa que, por pouco, o Operário não ampliou apenas três minutos depois. Na saída de bola, o time do Voltaço perdeu a posse, o Operário foi ao ataque e Robinho invadiu a área. O meia, desta vez, só não marcou porque o goleiro Douglas fez uma grande defesa.

Impaciente com os erros, o técnicos Moacir Júnior promoveu em seguida duas alterações de vez no time do Voltaço. Saíram Dija Baiano e o inofensivo Jhulliam, substituídos por Anselmo e Núbio, respectivamente.

As mudanças não seguraram os visitantes, que ainda perderam uma nova chance clara de gol aos 15 minutos. Com o Volta Redonda perdido em campo, Batatinha recebeu livre dentro da área, se livrou do goleiro Douglas, mas perdeu o ângulo e mandou para fora com o gol vazio, para desespero do técnico Gérson Gusmão.

Mesmo após as substituições, o Voltaço seguiu com suas dificuldades de criar jogadas e de finalizar. A rigor, quem ainda chegou com algum perigo ao gol adversário, foi o Operário, no final da partida. Aos 46, Robinho tabelou com Índio e arrisca o chute com a perna esquerda, mas mandou longe do gol.

Desesperado, o time do Voltaço tentou o abafa, mas não funcionou. Já aos 49,  Rodrigo Andrade cruzou na área e a zaga rebateu. Bruno Barra pega a sobra de primeira, mas bola esbarrou na marcação. Fim de jogo. E um fantasma à frente do Voltaço. (Foto: Arquivo)

Volta Redonda x Operário (PR)

Local: Estádio Raulino de Oliveira

Árbitro: Jonathan Antero Silva

Auxiliares: Márcia Bezerra Lopes Caetano e Valdebranio da Silva

Gols: Robinho, de pênalti, aos 4 minutos do 2º tempo

Renda: Não fornecida

Público: Não fornecido

Volta Redonda: Douglas Borges; Angel, Daniel Felipe, Bruno Costa e Diego Maia; Bruno Barra, João Cleriston e Rodrigo Andrade; Dija Baiano (Anselmo), Jhulliam (Núbio) e Romarinho. Técnico: Moacir Júnior

Operário (PR): Simão, Léo, Alisson, Sosa e Peixoto; Chicão (Serginho Paulista), Índio, Robinho e Xuxa; Lucas Batatinha e Schumacher. Técnico: Gérson Gusmão

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