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Cidades

Tetraplégico, homem faz ‘vaquinha’ depois de ter carro destruído

19/11/2020 18:44:06

Os últimos meses do ano não estão sendo nada fáceis para Anderson Silva, de 40 anos, morador do Santo Agostinho, em Volta Redonda. Tetraplégico devido à Síndrome de Guillain-Barré, que contraiu em 2012, ele vive desde 24 de setembro deste ano mais um drama: o Renault Sandero dele foi um dos três carros atingidos em cheio por uma caminhonete roubada na Radial Leste, na Vila Americana, por três homens armados.

Cadeirante, Anderson conta que o Sandero estava estacionado em frente de casa, na Rua José Ramos de Macedo. "Dependo do carro para fazer tudo e hoje não estou podendo fazer nada", lamenta.

Testemunhas relataram que, após o acidente, os bandidos fugiram à pé. "Os carros ficaram totalmente destruídos e nenhum tinha seguro. É uma situação muito difícil", ressalta.

Tetraplégico, homem faz ‘vaquinha’ depois de ter carro destruído

Após o acidente, Anderson criou uma vaquinha online, com o objetivo de comprar outro carro, já que o seu ficou completamente danificado. O objetivo de Anderson é arrecadar R$ 30 mil, mas, até o momento, conseguiu apenas R$ 1 mil. "Qualquer quantia, a mínima que for, vai ser de grande ajuda. Agradeço de todo o coração", completou. O link da vaquinha é https://www.vakinha.com.br/vaquinha/vaquinha-para-o-nosso-amigo-anderson-silva-que-perdeu-seu-carro

SÍNDROME DE GUILLAN-BARRÉ – A Síndrome de Guillain-Barré, contraída por Anderson, o deixou seis meses hospitalizado. "Foi uma loucura. Acordei com as pernas fracas e no mesmo dia já estava no CTI (Centro de Tratamento Intensivo) em coma induzido. Foram seis meses de internação, usando respirador. Foi uma luta, mas graças a Deus estou aqui. Embora tenha as minhas limitações, agradeço a Ele todos os dias pela minha vida", conta.

Tetraplégico, homem faz ‘vaquinha’ depois de ter carro destruído

A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença em que o sistema imunológico ataca os nervos. A condição pode ser desencadeada por uma infecção bacteriana ou viral aguda. Os sintomas começam como fraqueza e formigamento nos pés e nas pernas que se espalham para a parte superior do corpo. Pode ocorrer paralisia. Tratamentos de sangue especiais (troca de plasma e terapia da imunoglobulina) podem aliviar os sintomas. A fisioterapia é necessária.

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