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PT e PSL são os que mais elegeram para a Câmara dos Deputados

MDB perde espaço

08/10/2018 12:11:24

O PT e o PSL foram os partidos que mais elegeram deputados federais para a Câmara para os próximos quatro anos. O MDB, que durante os últimos anos foi a maior bancada da Casa, perdeu espaço, enquanto o Partido Novo conquistou mais cadeiras. O levantamento foi feito pela Câmara dos Deputados.

Em 2014, o PT de Fernando Haddad elegeu 69 deputados e desta vez foram 56 deputados. O PSL, legenda do também candidato Jair Bolsonaro, saltou de um deputado eleito, há quatro anos, para 52.

O MDB, que tradicionalmente integra a Presidência da Câmara e do Senado, caiu para quase metade em tamanho. Em 2014, foram eleitos 65 deputados, agora serão 34 parlamentares. O Partido Novo, que lançou o empresário João Amoêdo à Presidência, conseguiu oito deputados.

Legendas

No total, serão 30 legendas com representação na Câmara. O tamanho das bancadas é importante para que os deputados sejam indicados para funções específicas e relevantes no funcionamento do Parlamento. Pelo Regimento Interno da Câmara e negociações, o maior partido ou bloco tem peso na escolha dos da Presidência da Casa e para ocupar o comando de comissões de maior destaque, como a de Constituição e Justiça e a de Finanças e Tributação.

Posse

Os deputados tomam posse em fevereiro de 2019. Até lá, há negociações sobre cargos federais e estaduais, assim como a possibilidade de mudanças de partidos políticos.

De acordo com o levantamento da Câmara, a renovação foi elevada. Em Mato Grosso e no Distrito Federal, apenas uma em oito cadeiras é de deputados reeleitos. Erika Kokay (PT) foi reeleita pelo DF e Carlos Bezerra (MDB) por MT. Os demais são novatos na Câmara dos Deputados.

O Piauí, por outro lado, reelegeu sete dos dez deputados federais de sua bancada. O Rio Grande do Sul reelegeu a maior parte da bancada: 19 foram reeleitos e 12 são novatos.

Os resultados finais deste domingo poderão ser alterados em decorrência de eventuais recursos decididos pela Justiça Eleitoral. O Judiciário analisa ações sobre abuso do poder econômico e político nas eleições, cumprimento de critérios para assumir o cargo e o atendimento dos requisitos da Lei da Ficha Limpa. (Com informações da Agência Câmara)

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