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Internacional

Nissan vai demitir brasileiro Carlos Ghosn

Executivo é acusado de fraude financeira

19/11/2018 11:09:08

A Nissan anunciou nesta segunda-feira a demissão de Carlos Ghosn, presidente da empresa, após a descoberta de que ele usou dinheiro da companhia para uso pessoal, cometendo ainda vários outros atos graves de má conduta. O executivo já teria sido preso por autoridades japonesas.

A fabricante japonesa disse que, com base em um relatório de denunciantes, estava investigando possíveis práticas impróprias de Ghosn e do diretor-representante Greg Kelly por vários meses. A Nissan anunciou que está cooperando totalmente com os investigadores do Ministério Público do Japão.

"A investigação mostrou que ao longo de muitos anos Ghosn e Kelly relataram valores de compensação no relatório de valores mobiliários da Tokyo  Stock Exchange que eram menores do que a quantia real, a fim de reduzir a quantia divulgada da compensação de Carlos Ghosn", disse a Nissan em um comunicado.

Nascido no Brasil, descendente de libaneses e cidadão francês, Ghosn iniciou sua carreira na Michelin na França, seguindo para a Renault. Ele se juntou à Nissan em 1999, depois que a Renault comprou uma participação controladora e se tornou o principal executivo em 2001. Ghosn permaneceu nesse posto até o ano passado.

Em junho, os acionistas da Renault aprovaram a remuneração de Ghosn de 7,4 milhões de euros (US$ 8,45 milhões) para 2017. Além disso, ele recebeu 9,2 milhões de euros em seu último ano como executivo-chefe da Nissan. Ele tem 64 anos. (Foto: Divulgação)

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