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Internacional

Maioria dos norte-americanos apoia protestos contra racismo

Forma de Trump lidar com questão é reprovada

03/06/2020 07:09:24

A maioria dos norte-americanos simpatiza com os protestos que ocorrem no Estados Unidos por causa da morte de um homem negro sob custódia da polícia, na semana passada, e reprova a resposta do presidente Donald Trump aos distúrbios. Foi o que apurou uma pesquisa Reuters/Ipsos publicada nesta terça-feira.

As manifestações, algumas das quais se tornaram violentas, começaram na semana passada após um policial de Minneapolis ter sido filmado se ajoelhando sobre o pescoço de George Floyd por quase nove minutos, mesmo depois que Floyd parecia já ter perdido a consciência. O policial foi acusado de assassinato.

A pesquisa conduzida entre segunda e terça-feira concluiu que 64% dos adultos norte-americanos tinham simpatia pelas pessoas que estavam protestando, enquanto 27% disseram que não e 9% não tinham certeza.

Mais de 55% dos norte-americanos dizem reprovar a condução de Trump nos protestos, incluindo 40% que disseram reprovar "fortemente", enquanto apenas um terço disse que aprovou — menos do que sua aprovação no cargo, de 39%, mostrou o levantamento.

PRISÕES – Nesta terça-feira, oitavo dia de protestos, pelo menos 40 pessoas foram presas em Nova York. Os protestos ocorrem na maioria das vezes de maneira pacífica e as prisões aconteceram por desrespeito ao toque de recolher imposto na cidade. Também Los Angeles, além da capital Washington, estão com toque de recolher para evitar distúrbios e atos de vandalismo, embora a maioria dos protestos esteja ocorrendo de forma pacífica.

Em Atlanta, apesar de os manifestantes marcharem pacificamente, a polícia lançou bombas de gás lacrimogêneo quando começou o horário do toque de recolher, às 21 horas. Em Milwaukee, no Wisconsin, a polícia anunciou em redes sociais que lançou gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes após ser atacada com pedras e vidros.

O caso gerou protestos antirracistas, na terça-feira, também na Austrália, no Reino Unido e na França. Em Paris, um ato com mais de 15 mil pessoas também relembrou a morte do jovem francês Adama Traoré. Houve tumulto na capital francesa e em Marselha. (Foto: Divulgação)

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