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Polícia

Juiz concede liberdade a policias presos em Operação da PF e Ministério Público

Decisão saiu uma semana depois de absolvição em outro processo

15/12/2017 14:56:05

Podem ser soltos a qualquer momento, entre a tarde desta sexta-feira e a manhã do sábado, três policiais civis denunciados pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPERJ) após investigações que resultaram, em março de 2016, na Operação Katitula, deflagrada pelo órgão em conjunto com a Polícia Federal. Eles vão continuar respondendo ao processo em liberdade. Os beneficiados com a decisão do juiz André Vaz Porto Silva, da 1ª Vara Criminal de Barra Mansa, são Pablo Bafa Feijolo, Clodoaldo Antônio Pereira e Guilherme Dias Coelho, o “Guilherminho”.

A decisão do magistrado, que levou em conta o posicionamento do Ministério Público, favorável à libertação dos suspeitos, foi tomada nesta quinta-feira, depois de Pablo, Clodoaldo e Guilherminho serem absolvidos, no último dia 7, das acusações que resultaram na Operação Adren, deflagrada em 2014 também pelo MPERJ e a PF. Além dos três, foram absolvidos, no mesmo dia, outros três denunciados: o também policial civil Ricardo Wilke, o PM aposentado Gilson França Júnior, o “Macarrão”, e Hugo Leonardo Guerra, que era lotado no 10º BPM (Batalhão de Polícia Militar), em Barra do Piraí.

Pablo e Clodoaldo, que trabalhavam na delegacia de Volta Redonda, foram presos no dia 4 de dezembro de 2014, na Operação Cocite, a primeira da Polícia Federal e do Ministério Público que investigou uma organização criminosa que seria integrada por policiais na região. Guilherminho, que desde então era considerado foragido, foi preso em 25 de setembro de 2015, quando visitava a avó, no bairro Santa Teresa, em Volta Redonda. Em novembro de 2015, a PF e o MPERJ realizaram a segunda fase da Cocite, em que os policiais, mais uma vez, tiveram a prisão determinada pela Justiça.

No processo relacionado à Operação Adren, os policiais e outros réus foram absolvidos por insuficiência de provas e a nulidade de outras, como escutas telefônicas e delação premiada de um dos investigados.

Guilherminho, Pablo e Clodoaldo seguirão respondendo, portanto, aos processos da operação Cocite e Katitula, mas em ambos já haviam conseguido a revogação de suas prisões. Ao conceder o benefício, o juiz estabeleceu condicionantes, como a obrigação dos acusados de permanecerem em suas residências no período noturno.

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