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Saúde

Hospital do Retiro aumenta número de exames e cirurgias

14/02/2020 19:14:41

Pouco mais de um ano após a mudança na forma de gestão, o Hospital Municipal Munir Rafful – o Hospital do Retiro – em Volta Redonda, aumentou o volume de serviços prestados à população. Com a administração compartilhada entre a prefeitura de Volta Redonda e a organização social Associação Mahatma Gandhi, a unidade apresentou, em 2019, aumento nos números de exames laboratoriais e de imagem, que saltaram de 304.500 em 2018, para 432.748 – uma variação de 42%.  Já o número de cirurgias subiu de 2.329 para 2.735 em 2019, ou seja, 17% maior.

Segundo dados divulgados pela unidade nesta sexta-feira, também houve um crescimento nos atendimentos ambulatoriais, que passaram de 44.128 em 2018 para 46.215 em 2019. “Com a gestão compartilhada, estamos conseguindo melhorar e ampliar o atendimento no hospital, o que é muito positivo para a população e mostra que estamos no caminho certo”, avaliou o prefeito Samuca Silva.

ENTRAVES NA MUDANÇA

Hospital do Retiro aumenta número de exames e cirurgias

O diretor-médico da unidade, Paulo Baltazar, credita os dados ao trabalho de equipe. “Somos uma gestão privada, em um hospital público, que busca a excelência no atendimento, no acolhimento e na humanização. Na gestão privada, conseguimos desburocratizar e agilizar não só as compras, mas também a contratação de pessoal e obras. Desde que assumimos a direção, o atendimento está mais ágil e muito mais humanizado. Mudamos a cara e o coração do hospital e todos os funcionários se envolveram nesse processo. Quero aproveitar para agradecer ao prefeito Samuca pela liberdade, confiança e condição de trabalho para realizarmos esse excelente trabalho”, disse Baltazar.

Ele destacou ainda que esse primeiro ano foi importante para “arrumar a casa” e que os índices tendem a aumentar. “Na mudança, tivemos alguns entraves a serem vencidos. Por exemplo, fizemos um processo seletivo que é uma exigência legal. Com isso, precisávamos contratar pessoas e treinar esses funcionários. Esse período de transição impediu que os números fossem ainda mais positivos”, explicou.

Para acompanhar melhor o atendimento dos pacientes, o diretor-médico se instalou em uma sala na entrada do hospital. O objetivo, segundo ele, é acompanhar de perto a movimentação dos pacientes. “Minha função é médica. Sou responsável pela produtividade, pelo funcionamento dos atendimentos e cirurgias. Ficar próximo do paciente é um trabalho de humanização que prezamos muito. Assim posso ver o que está funcionando e o que precisamos melhorar”, explicou.

Uma das avaliações de atendimento é feita na entrada do hospital, com a implantação de um totem que apura a satisfação dos pacientes. “Precisamos desse retorno da população para corrigir possíveis erros e melhorar o que já está bom”.  (Fotos: Gabriel Borges)

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