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Estado

Flordelis e três filhas estariam envolvidas na morte de pastor

Denúncia foi feito por filho ouvido pela polícia

21/06/2019 09:57:45

O depoimento de um dos filhos da deputada federal Flordelis e do pastor Anderson do Carmo, morto no último domingo, em Niterói, pode dar novos rumos à investigação da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG). No depoimento,  o rapaz – não identificado pela polícia – aponta para a possibilidade de que o crime tenha sido cometido em família: a mãe e outras três irmãs.

O filho afirma que não ouviu a discussão, barulho de carro ou moto em fuga no dia do crime; diz que encontrou o irmão Flávio ao lado de Anderson, que já estava caído; segundo ele, após o crime, sua namorada entregou o celular de Anderson para a deputada Flordelis; ele afirma que Lucas, que está preso, sendo apontado como um dos participantes do crime, recebeu uma proposta de R$ 10 mil de uma das irmãs para matar o pastor; aponta ainda Flordelis, três irmãs, Lucas e Flávio como suspeitos de envolvimento no crime; de acordo com ele, a deputada disse a um de seus irmãos que a hora de Anderson estava chegando; que três filhas do casal e Flordelis estariam colocando remédios na comida de Anderson, e que isso teria feito a saúde do pastor ficar comprometida.

A Polícia Civil segue em busca dos aparelhos celulares de Anderson e de Flávio, que já foram requisitados, mas estão desaparecidos. Flordelis afirma não saber onde está o telefone do marido assassinado.

Na última terça-feira, pouco antes da vistoria de homens da Especializada de Niterói e São Gonçalo, objetos foram queimados no quintal da casa da família. A polícia recuperou o que havia sido incinerado para perícia, mas, o que realmente chamou atenção dos investigadores, foi a presença de um edredom com manchas de sangue num dos quartos.

Na segunda-feira, no armário de Flávio dos Santos, homens da DH encontraram uma arma que teria sido utilizada no crime. O filho biológico de Flordelis, e enteado de Anderson, assumiu à polícia que praticou o crime, e que deu seis tiros na vítima.

Nesta quarta, a Justiça determinou a prisão temporária dele e do irmão, Lucas, de 18 anos, que estava internado no Degase, onde cumpria pena por crime de tráfico.

Lucas nega participação. Agora eles respondem pela morte de Anderson.

A deputada federal Flordelis ainda não se pronunciou sobre as acusações. A reportagem é do jornal Extra.

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