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Cidades

Flexibilização: Samuca avalia como ‘excelente’ discussão com MPRJ

26/05/2020 09:45:56

O prefeito de Volta Redonda Samuca Silva classificou de “excelente” a reunião matida por ele ontem com o Ministério Público estadual (MPRJ), com a finalidade de fazer ajustes na flexibilização do comércio na cidade. Anteriormente, ele havia dito que o assunto seria levado diretamente ao juiz André Aiex, que homologou o acordo em vigor firmado com o MPRJ, depois que o órgão pediu a retirada de sua assinatura no documento, mas mudou de ideia.

“Apresentamos os mesmos dados que foram levados à entrevista coletiva com a imprensa a partir do monitoramento que estamos fazendo desde oi início da pandemia. Se não tivéssemos feito as medidas [de prevenção] teríamos mais de 25 mil casos [de Covid-19] em nossa cidade”, disse Samuca confirmando que a meta é flexibilizar a volta de outras atividades, como o funcionamento de igrejas e academias, “desde que o grupo de risco não seja autorizado [a frequentar]”.

Segundo ele, os promotores deverão dar uma posição sobre o que foi proposto na próxima quinta-feira.

ESCOLAS – O prefeito também esclareceu o que disse sobre a permissão para o funcionamento de escolas particulares, avaliada por ele atualmente como possível para julho. De acordo com Samuca, a ideia é permitir que filhos de profissionais de atividades essenciais, como agentes de segurança e de saúde possam deixar os filhos nas escolas particulares para que possam trabalhar.

A proposta, acrescentou, é que esta permissão seja de apenas 20% para o número de alunos de cada turma. “Se a turma tem 10 alunos, haveria permissão para dois”, exemplificou, ressaltando que a proposta depende de avaliação do MPRJ para ser implantada.

Quanto à rede pública, Samuca repetiu a impressão de que as aulas nas escolas não serão retomadas neste ano. Ele considera que o sistema de aulas online implantadas pela Secretaria Municipal de Educação está tendo bom resultado, lembrando que 33 mil dos 39 mil alunos se cadastraram e, para os que não foram, o material pode ser retirado nas escolas. “É uma mudança cultural histórica, pois as aulas sempre foram presenciais. Então, ajustes vão ser efetuados, mas, se a plataforma fosse ruim, já estaríamos no caos”, disse.

Ele explicou que o município optou por uma plataforma não gratuita porque não haveria banco de dados nem a gerência pedagógica do conteúdo.

 

 

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