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Escritor Carlos Heitor Cony morre aos 91 no Rio

06/01/2018 12:18:23

O escritor Carlos Heitor Cony morreu por volta das 23 horas desta sexta-feira, no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro. A causa foi falência de múltiplos órgãos. A informação foi confirmada pela assessoria da Academia Brasileira de Letras (ABL), na qual Cony era membro desde 2000.

Filho do jornalista Ernesto Cony Filho e Julieta Moraes Cony, o escritor nasceu no Rio em 14 de março de 1956. Atuou nos principais jornais e revistas do país, escrevendo diversos romances, como “O Ventre” (1953), “Pilatos” (1973), “Quase Memória” (1995), e “O piano e a orquestra” (1996). Com estes dois últimos, levou o prêmio Jabuti. Além disso, Cony foi autor de coletâneas de contos, livros de crônicas e novelas para TV.

Começou a carreira em 1952, como redator do "Jornal do Brasil" – e entre 1958 e 1960 colaborou no "Suplemento Dominical" do mesmo veículo, escrevendo contos, ensaios e fazendo traduções. Já em 1961, entrou para o "Correio da Manhã" nas funçõés de redator, cronista, editorialista e editor. Em 1964, após o Golpe Militar, chegou a ser preso em diversas ocasiões e se exilou na Europa e em Cuba.

Mais tarde, trabalhou, por mais de 30 anos na revista "Manchete" e foi diretor de "Fatos & Fotos", "Desfile" e "Ele Ela". Entre 1985 e 1990, dirigiu o setor de teledramaturgia da Manchete – foi autor das novelas "A Marquesa de Santos", "Dona Beja" e "Kananga do Japão".

Cony era casado e deixa três filhos: Regina, Verônica e André.

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