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Nacional

Cão é disputado por funcionários de hospital e ativista em MG

Animal passou a viver perto de hospital após morte do dono

15/09/2020 12:16:44

Um vira-latas se tornou centro de uma disputa entre funcionários de um hospital e uma ativista da causa animal na cidade de Nova Lima, na Grande Belo Horizonte. Chamado de Negão, ele vivia há sete anos nos arredores do Hospital Nossa Senhora de Lourdes, desde que seu dono foi internado e acabou falecendo. A história de Negão já foi contada por diversos veículos de imprensa da capital mineira.

Desde que seu tutor foi internado, o cachorro não saiu das proximidades do hospital e acabou sendo adotado por funcionários, que lhe forneciam água e comida. No entanto, na tarde da segunda-feira, ele foi levado por uma ativista, alegando que Negão poderia morrer por falta de tratamento. A Polícia Militar chegou a ser chamada, mas chegou depois que o cachorro já tinha sido levado.

Funcionários do hospital relataram que a ativista chegou de forma "agressiva e arrogante", ameaçando processar o hospital caso Negão morresse. A assessoria do hospital informou, no entanto, que o cão estava recebendo medicamentos para tratar um problema abdominal. Ainda segundo a assessoria, a equipe da clínica veterinária da Faculdade Arnaldo, iria buscar o animal nesta terça-feira (15) para a realização de exames e a continuação do tratamento.

A assessoria do hospital informou ainda que muitos funcionários estão tristes com o ocorrido e que vai tentar negociar, de forma amigável, a devolução do animal com a ativista. Ainda de acordo com a assessoria, várias pessoas se interessaram em adotar Negão e um processo já estava em andamento para escolher o melhor lar possível para o vira-lata.

FILME – O caso em Minas remete a um caso real retratado no filme “Sempre ao seu lado” (2009), com Richard Gere, contando a história, no Japão, de um cão da raça Akita que, todos os dias, acompanha seu dono, um professor universitário, até a estação ferroviária de Shibuya e voltava todo fim de tarde para reencontrá-lo. O professor, no entanto, morreu enquanto lecionava.

Diariamente, durante anos, até sua morte, o cão aparecia no horário de sempre para esperar pelo dono. Em honra à sua lealdade, foi construída uma estátua em sua homenagem. (Foto: Reprodção iunternet)

 

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