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Cidades

Barra Mansa notifica dono de terreno na Colônia Santo Antônio

22/02/2018 17:42:53

A prefeitura de Barra Mansa notificou na quarta-feira o proprietário de um terreno próximo ao Loteamento Santa Júlia, no bairro Colônia Santo Antônio. A medida veio após o secretário de Planejamento Urbano, Jorge Melhem, e o diretor executivo da Susesp, César Carvalho, vistoriarem o bairro e constatarem o motivo dos transtornos que moradores estão enfrentando após as chuvas fortes.

Segundo informações dadas pelos moradores, o sistema de drenagem do loteamento, que ainda não recebeu o certificado de conclusão de obras pela prefeitura, não suporta a água da chuva, causando o alagamento da Estrada Governador Chagas Freitas nas proximidades do loteamento. Além disso, um movimento de terra provocou deslizamento de terra, causando entupimento das redes pluviais e alagamentos.

Melhem destacou que o proprietário deverá apresentar soluções. “Por conta da ineficiência na execução do projeto de drenagem do loteamento, o sistema não tem sido capaz de captar a água de maneira a não produzir alagamentos na principal avenida do bairro”, explicou.

Segundo o diretor executivo da Susesp foi identificado no local a inadequação no projeto de drenagem executado. “Uma vez [o responsável] notificado, a Susesp solicita correções no projeto. O proprietário deverá adequar o sistema de drenagem para prevenir outros prejuízos”, afirmou César Carvalho.

A pedido do prefeito Rodrigo Drable, a prefeitura catalogou os pontos mais críticos da cidade e que a cada chuva tem causado transtornos. Foram apontadas diversas localidades com risco iminente decorrente de temporais. Os principais bairros listados são Colônia Santo Antônio, São Pedro, Nove de Abril, Boa Sorte, Santa Rita de Cássia, Ano Bom, Jardim Boa Vista e São Judas Tadeu.

O relatório apontou movimentos irregulares de terra, deslizamentos, obras não autorizadas ou com pendências na Secretaria de Planejamento e entupimentos de rede de esgoto por detritos deixados na calçada. Segundo a Fiscalização de Obras, já existem ações fiscais executadas e, após primeiras notificações, os responsáveis identificados são multados de forma progressiva.

Segundo o Saae, a cada limpeza após um temporal na cidade são gastos cerca de R$ 8 mil. (Foto: Divulgação-11/02/2018)

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