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Estado

Albertassi também se entrega na Superintendência da PF no Rio

Jorge Picciani e Paulo Melo se apresentaram logo após decretação da prisão

16/11/2017 17:57:59

O deputado estadual de Volta Redonda Edson Albertassi, presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Esta do Rio de Janeiro (Alerj), se apresentou no final da tarde na Superintendência da Polícia Federal, no Rio, depois de ter a prisão decretada pelo Tribunal Federal da 2ª Região (TRF2), também nesta quinta-feira. Ele chegou à superintendência da PF, na região portuária do Rio, e entrou no prédio por uma portaria lateral, driblando os repórteres que estavam na entrada principal. Édson se apresentou depois que policiais estiveram em sua casa, num prédio em Botafogo, na Zona Sul do Rio. Em nota divulgada no início da noite através de sua assessoria, o deputado disse que estáa certo de que vaio provar sua inocência.

Por unanimidade, os cinco desembargadores que participaram de uma sessão extraordinária do TRF2, decidiram pela prisão dele e dos também deputados estaduais Jorge Picciani, presidente da Alerj, e Paulo Melo, que já presidiu a Casa. Os dois se apresentaram à PF cerca de uma hora antes. Segundo a imprensa do Rio, os três paarlaamentares serão levados para a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, a mesmaa onde se encontra o ex-governador Sérgio Cabral.

Albertassi também se entrega na Superintendência da PF no Rio

Além de atender ao pedido de prisão feito Ministério Público Federal, o TRF2 decidiu que eles fiquem automaticamente afastados do mandato, até que a própria Alerj decida se eles continuarão presos ou não. Uma sessão extraordinária da assembleia foi marcada para as 15 horas desta sexta-feira, quando os demais deputados deverão analisar a questão envolvendo os três principais líderes do Legislativo fluminense. A decisão deve ser analisada antes pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj, onde deve ser elaborado um projeto de resolução para ser encaminhado ao plenário.

O problema é que a CCJ é presidida por Albertassi e tem Melo como membro, o que necessitará que seja feita a mudança na sua composição. Além disso, o primeiro vice-presidente da Alerj é Wagner Montes, que se encontra fora do país e estaria tentando retornar para presidir a sessão que analisará o caso. Para que a sessão seja aberta é necessária a presença de pelo menos 36 deputados (metade mais um). O mesmo número mínimo será necessário para manter ou anular a prisão dos peemedebistas. Lideranças da Casa acreditam que

O MPF pediu a prisão dos parlamentares com base nas investigações da operação “Cadeia Velha”, que apura pagamentos de propinas a agentes públicos por empresários do setor de transportes. Os mandados de prisão foram expedidos tão logo foi encerrada a votação no TRF2.

A procuradora-regional da República, Silvana Patini, foi taxativa quanto à possibilidade da Alerj rever a prisão preventiva. “[A Alerj] pode até derrubar a prisão, mas tem que manter o afastamento dos deputados. Caso isso não aconteça, a procuradoria vai recorrer novamente”, disse Silvana.

Atualizada às 19h02min

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