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Estado

Albertassi contradiz delator em depoimento

22/11/2017 14:08:58

O deputado estadual Edson Albertassi afirmou em depoimento à Polícia Federal, na Superintendência do Rio, no último dia 14, uma semana antes de ser preso preventivamente, que tinha interesse na vaga de conselheiro-titular do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), tão logo foi anunciada a aposentadoria de Jonas Lopes. A informação foi divulgada nesta quarta pela Globonwes, que teve acesso ao depoimento, no qual ele reafirmou que os três conselheiros substitutos desistiram da vaga espontaneamente, logo reportagens dando como certa a sua indicação.

Segundo Albertassi, um dos conselheiros demonstrou desconforto em concorrer à vaga no TCE devido à repercussão negativa. O depoimento contradiz o que disseram os três conselheiros substitutos ao Ministério Público Federal, na semana passada, de que teria havido pressão por parte de Albertassi e Jorge Picciani, presidente da Assembleia Legislativa do Rio, para que todos desistissem de concorrer à vaga.

No mesmo depoimento, ainda segundo a emissora de TV, Albebrtassi admitiu conhecer José Carlos dos Reis Lavoura, ex-presidente do Conselho de Administração da Fetranspor, mas negou ter relação pessoal com ele. Contou ainda que se encontrou com Lavoura “duas ou três vezes” na sede da Fetranspor.

Albertassi disse que nunca recebeu doação da Fetranspor ou de qualquer outra empresa de ônibus do Rio para suas campanhas eleitorais. Ele admitiu apenas um contrato de publicidade com a federação com rádios de sua família, que foi encerrado depois da Operação Ponto Final. O último valor do contrato, segundo ele, era de R$ 20 mil.

Sobre o empresário do setor de transportes Marcelo Traça Gonçalves, Albertassi contou que mantém com ele 24 anos de amizade, antes mesmo de começar sua atividade parlamentar. E que Traça nunca teria comentado de irregularidade na Fetranspor quando foi dirigente. Ele acrescentou que as declarações de Traça não são verdadeiras. Em delação, o empresário disse que teria acordado com o deputado pagamentos periódicos de R$ 60 mil para que defendesse os interesses da Fetranspor na Alerj. (Foto: Agência Brasil)

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