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A missão de R$ 3 milhões para salvar Antônia

07/05/2017 14:49:24

Há um mês, uma família de Barra Mansa está numa cruzada para levantar recursos em favor da filha de 3 anos, que sofre de uma doença degenerativa grave. Antônia Badini de Albuquerque Vidal, cuja família mora no bairro Roberto Silveira, sofre de uma grave doença degenerativa grave – atrofia muscular espinhal (AME), que limita os movimentos corporais e pode levar à morte.

A esperança dos pais é um medicamento disponível, desde o final do ano passado, nos Estados Unidos. O problema é o custo. O número de doses iniciais que Antônia precisaria no primeiro ano de uso custaria hoje algo em torno de R$ 3 milhões. No segundo ano, diz a mãe dela, Bruna Badini, de 27 anos, o custo cai pela metade com a redução do número de doses. O medicamento se chama Spinraza. Segundo a família, o remédio se constitui na única alternativa de tratamento com resultados comprovados.

DIAGNÓSTICO – Depois de se desenvolver aparentemente de forma normal até os seis meses de idade, Antônia foi diagnosticada com a doença quando estava com pouco mais de 1 ano. A expectativa de vida, inicialmente, era que ela chegasse aos 2.  Mas ela segue resistindo, ainda que dependendo de aparelhos para comer e respirar.

- Ela não anda, não senta, não move o tronco, mas mexe as mãos, tem movimento facial e expressão no rosto – conta Bruna.

A missão de R$ 3 milhões para salvar Antônia

Conseguir os recursos não está sendo fácil. Um mês após o lançamento da campanha, a família conseguiu até agora apenas R$ 4,5 mil. Mas Bruna não desiste. Ela lembra o caso de outra criança brasileira que, com a persistência dos parentes e dos amigos, conseguiu o dinheiro necessário e já está se tratando, com resultados positivos.

- Para poder importar o medicamento, preciso do dinheiro. Tem uma família no Brasil que conseguiu arrecadar os R$ 3 milhões também através da internet. Um mês após iniciar o processo de importação o medicamento já estava aqui – conta Bruna.

Ela se refere ao menino Joaquim Ambrosio Okano Marques, de 7 meses, de Ribeirão Preto (SP). Com apenas duas doses do remédio, ele já teve ganhos significativos. “O caso dele é até mais grave do que o da Antônia. Estava totalmente paralisado, só mexia os olhos, agora já mexe a cabeça”, ressalta a mãe de Antônia. A diferença, por enquanto, é que o caso do bebê paulista ganhou o apoio de celebridades, provavelmente por ter sido divulgado numa cidade maior.

Enquanto isso, Bruna segue sua luta. Ela quer também buscar uma ação na Justiça para tentar obter o medicamento, mas sabe que é difícil por se tratar de um produto ainda não regulamentado no Brasil pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Antônia vem contando com a ajuda do Hospital da Unimed Volta Redonda, que desde o ano passado assiste a menininha em casa. Do SUS, ela conseguiu o respirador, que custa R$ 20 mil e uma cadeira de rodas. Agora, precisa da ajuda de todos os que se sensibilizarem com o caso. Para cuidar da filha, ela se afastou do trabalho. O pai de Antônia, João Luiz Vidal, de 34 anos, é vigilante. (Fotos cedidas pela família)

Veja as forma de ajudar:

WWW.vakinha.com.br (Todos pela Antônia)

Depósito em banco:

Itaú

Conta poupança

Ag 0681

CC-64154-4

CPF 185789997-03

Antonia Badini Vidal

Bradesco

Conta poupança

Ag 0434

CC - 1009883-1

CPF 185789997-03

Antonia Badini Vidal

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