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Colunas

por: Ingridy Ribeiro

O segredo da felicidade

14/04/2017 16:32

Se exatamente tudo fosse possível, como seria o dia mais feliz da sua vida?

Aristóteles acreditava que “a felicidade é o sentido e o propósito da vida... toda a sua meta”. Mas, somos diferentes, temos metas diferentes, oras! Como poderíamos supor que existe um jeito certo e um errado de ser feliz?

Alguns precisam guiar uma motocicleta em alta velocidade para sentir alegria, outros encontram a felicidade cuidando da casa. Há aqueles que ficam em êxtase ao resolver uma equação difícil, enquanto outros são capazes de surtar de felicidade quando a professora de física falta. Há também aqueles cuja maior alegria é fazer os outros sofrerem, enquanto outros se jubilam com o simples fato de estarem vivos.

Sabe qual a razão das pessoas não viverem a felicidade? É porque elas não são capazes de saber o que as deixa felizes! Nem a casa com piscina, o carro do ano, nem a viagem dos sonhos são garantia de felicidade. Não é uma questão de possuir coisas e nem mesmo mudar de lugar porque, não importa aonde vamos, sempre carregamos a nós mesmos.

O que mais posso dizer senão apenas “Tente – incessantemente – ser feliz”? Atualmente os cientistas falam de “boa disposição genética”. Mas, muito embora a genética ajude na capacidade de alguém se levantar em uma manhã chuvosa com um sorriso no rosto, tenha em mente que isso é apenas uma parte. Todos nós podemos tentar apender a ser feliz, descobrir o que nos faz feliz, assim como o que não nos faz feliz e a partir daí fazer mais do que nos faz feliz e menos do que não nos faz. Pois é, desculpe lhe decepcionar, caro leitor.

Você não encontrará o segredo da felicidade em nenhum lugar, muito menos nesta coluna. Este é um caminho que cada um precisa descobrir e então trilhar.  Mas eu espero ao menos poder ter chacoalhado o seu conceito de felicidade!

Não poderia finalizar sem lembrar daqueles que fazem força demais para demonstrar felicidade aos outros – e sofrem muito por dentro por causa disso. Quando nos preocupamos mais em parecer do que realmente nos sentirmos felizes, a felicidade se torna um peso, uma fonte terrível de ansiedade. Acredita em mim: não vale a pena!

Agora, se me permite um último conselho: leve a vida de modo que, quando chegar o momento de deixar este mundo, você não sinta remorso e nem tristeza por uma vida desperdiçada. A felicidade não é um fim, ela é o próprio caminho...

A escolha é sempre nossa, e as coisas que realmente importam iluminarão este caminho.

Bon Voyage!

Ingridy Ribeiro é Coach de Vida & Carreira. Escreve às sextas-feiras

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