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Esporte

por: Filipe Cury

Focado na Copa do Brasil

20/10/2015 06:36

Nesta quarta-feira, no Maracanã, o Fluminense recebe o Palmeiras, às 22 horas, no primeiro confronto das semifinais da Copa do Brasil. Buscando recuperar confiança após a apatia na derrota para o Cruzeiro por 2 a 0, no Mineirão, a missão do técnico Eduardo Baptista é apagar o “incêndio”, sem crise.

O time das Laranjeiras terá a chance de terminar o ano na Libertadores, podendo, inclusive, tirar um sarrinho dos rivais. Fla e Vasco estão longe de conquistar seus objetivos e os torcedores terão que preparar a orelha em caso de classificação do Flu.

Empate azedo

Ah, o futebol...Contra o São Paulo, no Morumbi, o Vasco fez uma de suas melhores partidas no ano. Jogou de forma segura e tranquila, porém, mais uma vez pecou nas oportunidades que perdeu, deixando o tricolor paulista empatar um jogo já dado como perdido. A polêmica veio no lance que gerou a penalidade da equipe carioca e a expulsão de Matheus Reis. Afinal, foi mão na bola ou bola na mão?

A Fifa, ano passado, fez algumas recomendações aos árbitros para aumentar o rigor nas partidas. A entidade fala em marcar falta nos lances em que houver toque de mão na bola, mesmo que involuntário. Não concordo, mas se são recomendações, é preciso segui-las.

No segundo tempo, houve outro lance de toque não intencional, que o juiz não marcou. Seguindo a linha da Fifa, foram dois pênaltis para o Vasco. Ah, esses árbitros...

 No fim, um azedo sabor de empate nada merecido, colocando o time de Jorginho novamente na lanterna do campeonato. Sem perder há oito jogos e frustrado nos últimos três, a torcida segue acreditando. O time da Colina volta a campo contra o Grêmio, no próximo domingo, no Maracanã. Um pouco de sorte ajuda.

Deixou chegar e... caiu

Para um objetivo ser realizado não basta apenas criar expectativas: é preciso trabalhar duro e fazer por merecer. No início, após os seis triunfos seguidos, o Flamengo sonhou com o título, mas caiu frente ao Coritiba diante de 67 mil torcedores, em Brasília, e se distanciou. Depois, o G-4. Agora, nem isso. O Rubro-negro não aprendeu com a derrota para o Figueirense e foi novamente superado, mas desta vez em casa. Na tarde de domingo, a equipe do técnico Oswaldo de Oliveira perdeu por 1 a 0 para o Internacional, no Maracanã. Menos eficiente, o Flamengo estacionou nos 44 pontos. Cada vez mais longe da Libertadores, o time carioca foi para a décima colocação.

Os dois próximos jogos serão contra o líder Corinthians, em São Paulo, e o terceiro colocado Grêmio, no Sul. A empolgação para os mais otimistas acabou e uma possível crise só será evitada se as vitórias voltarem. Restam sete jogos e a Libertadores ainda é possível, mas o time não inspira confiança.

 Desde 2011, o Flamengo é mero coadjuvante no Brasileiro, com brigas para escapar do rebaixamento e algumas polêmicas. O salário até que está em dia, mas a paciência da torcida, não. E pior: as oportunidades estão aparecendo, mas não há postura. Sem esse ingrediente fundamental para o sucesso de qualquer profissional, realmente fica difícil.

Pé na elite

O Botafogo goleou o Bragantino por 4 a 0, no sábado, no Engenhão, e está cada vez mais próximo de retornar à Série A. O uruguaio Navarro, duas vezes, William Arão e Neilton foram os autores do massacre. Agora com 59 pontos, três a mais que o Vitória, e com um jogo a menos, o time de Ricardo Gomes precisa somar mais cinco pontos  para garantir o título da Segundona e voltar à Primeira Divisão.

A importância do clube para o futebol brasileiro é imensa, mas a diretoria já precisa ir pensando em reforços. Na elite, por pior que esteja o nível, a história é outra.

Filipe Cury é estudante de jornalismo e faz estágio no FOCO REGIONAL. Sua coluna será publicada sempre às terças e sextas-feiras

E-mail: filipecury93@gmail.com

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