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por: Fernando Pedrosa

Câmara já tem grupo fechado

11/11/2016 10:27

Passada a eleição de prefeito, enquanto o eleito Samuca Silva cuida da transição, os vereadores já tratam da composição da Mesa Diretora para o próximo período legislativo.

Poucas & Boas: Câmara já tem grupo fechado

Neste sentido, um grupo majoritário já está formado e dele sairá a composição da direção da Câmara. É formado por 12 parlamentares, dez reeleitos e dois que conquistaram o primeiro mandato:  Edson Quinto (PR), atual presidente; Paulo Conrado (PRTB), Francisco Novaes (PP), Jari (PSB), Neném (PSB), José Augusto (PDT), Tigrão (PMDB), Fernando Martins (PMDB), Dinho (PEN) e Washington Granato (PTC), além dos novatos Carlinhos Santana (SD) e Rodrigo Furtado (PTC).

Fora

Na última segunda-feira, Samuca Silva esteve na Câmara, como foi noticiado, e se reuniu com os vereadores antes da sessão daquela noite.

Garantiu que não vai interferir na escolha da Mesa Diretora.

Em tempo

A próxima semana pode ter novidades em relação à composição da Câmara. É que há um processo, tramitando em segredo de Justiça, que tem como alvo um vereador eleito.

Regressiva

Inimigo pessoal do comandante da Guarda Municipal de Volta Redonda (GMVR), o vereador Dinho anunciou na sessão da Câmara, na quinta-feira, que de agora até o fim dos trabalhos legislativos , fará a contagem regressiva de quantos dias faltam para a saída do major Luiz Henrique Monteiro Barbosa. Disse esperar que ele fique bem longe de Volta Redonda.

É provável que não.

Risco

Por sinal, a promessa do prefeito eleito Samuca Silva de escolher numa lista tríplice o próximo comandante da GMVR é vista com reservas por alguns membros da corporação.

Na prática, trata-se de um cargo de confiança do prefeito – não dos integrantes da Guarda. Lembram que seria impensável o comando da Polícia Militar, por exemplo, escolher comandantes de batalhões eleitos pela tropa.

À vera

Na última segunda-feira, Samuca Silva apresentou ao prefeito Antônio Francisco Neto sua comissão de transição. E ouviu do atual mandatário do Palácio 17 de Julho que "dialogar com a CSN é fácil, desde que não envolva dinheiro".

No dia seguinte, o prefeito eleito se encontrou com o presidente da CSN, em São Paulo - o que foi saudado como um sinal inequívoco de mudança na relação entre a cidade e sua principal empresa.

Vai ser a prova dos nove desta história.

Efeito Trump

A surpreendente eleição do republicano Donald Trump para a presidência dos EUA pode piorar as condições de exportação do aço laminado da CSN, e também da Usiminas, para o país norte-americano. Que, diga-se de passagem, já é sobretaxado em 11%  com Barack Obama, porque os EUA acusam o Brasil de subsidiar a produção de aço.

A proteção ao setor siderúrgico americano foi um dos pontos fortes do discurso de campanha de Trump, principalmente nos estados mais afetados pelo desemprego.

A eleição do republicano se deu no exato momento em que o Itamaraty prepara uma queixa contra os EUA na Organização Mundial do Comércio.

Mas lá, como aqui, uma coisa é o discurso de campanha, outra é a prática no governo. Mudanças

A ascensão do delegado Carlos Augusto Leba à Chefia da Polícia Civil do estado, em lugar de Fernando Veloso, que deixou o cargo no mês passado, deve provocar mudanças na titularidade em algumas delegacias da região. Porém, é muito provável que Volta Redonda (93ª DP) e Barra Mansa (90ª DP) continuem com Eliezer Lourenço e Ronaldo Aparecido, respectivamente.

As mudanças devem se restringir a delegacias de cidades menores.

Fernando Pedrosa é editor do FOCO REGIONAL

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